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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Frozen Trap



Eu poderia me trair se falasse muito aqui hoje... Então, eu vou emprestar a linda dedicatória de "Frozen Heat", de Richard Castle:

"To all the remarkable, maddening, challenging, frustating people who inspire us to do great things"

Eu espero que gostem!

                Eu estava pronto para sair do prédio da gravadora naquela noite, exausto por mais um dia de trabalho que eu tinha estendido além do meu limite, mais uma vez. Fui atrás de Sereny para irmos para casa, já me preparando mentalmente para levar uma bronca monumental, já que era a terceira vez que eu fazia aquilo só nesta semana...
                Mas eu não conseguia evitar... Estávamos com planos de fazer uma nova turnê mundial, os projetos para o novo álbum tinham acabado de sair do papel e eu tinha muitas melodias em mente que queria começar a gravar... Eu me empolgava como um garoto!
                Claro que eu não era mais um garoto, mas a música me contagiava com aquele espírito jovem e livre, me fazendo sempre esquecer da hora de ir embora.
                – Kouyou – eu me virei para quem me chamava e Yutaka não parecia surpreso por me ver lá aquela hora. Na verdade, parecia aliviado.
                – Algum problema, Yuk? – eu caminhei até ele e sua expressão me preocupou ainda mais. Ele estava branco como um fantasma.
                – Venha comigo – ele respondeu, misterioso. – Sereny também está lá.
                Nós caminhamos pelo resto do corredor em silêncio e eu sabia que alguma coisa devia estar muito errada para que ele ainda não tivesse me contado sobre o que se tratava tudo aquilo...
                Entramos na sua sala e Sereny estava ali, com Mariana e Narita-san, nosso empresário, sentado à mesa do baterista diante do computador. Todas as expressões apreensivas me olharam entrar com grande confusão.
                – Mostre a eles, por favor, Narita-san – Yutaka pediu em voz baixa e o outro assentiu. Meu líder trancou a porta com duas voltas e fechou bruscamente as cortinas, ocultando a grande janela de vidro que dava para o corredor, antes de se colocar ao lado de Mariana e entrelaçar braços e mãos aos dela.
                – Há meia hora, eu recebi um e-mail da Examiner Magazine – Narita começou a explicar, enquanto mexia no computador. – Pretendem publicar ainda esta semana e deram a entender que isso é um aviso, não uma negociação...
                Eu me aproximei para ver o anexo do e-mail. Tinha muitas fotos, todas elas de Takanori e Camila, na última vez que minha cunhada tinha vindo ao Japão.
                – Descobriram sobre o relacionamento de Takanori-san e serão... Bem... Serão bastante sensacionalistas – Narita terminou de explicar, passando a última foto.
                – Estão querendo aproveitar que a banda está em alta para venderem revistas – Mariana disse, enojada.
                Meu olhar encontrou com o de Sereny e eu vi a preocupação em seus olhos. Nós temíamos o dia em que aquela história viria a público.
                O relacionamento de Takanori e Camila nada tinha de escandaloso... Não havia problema nenhum de ele namorar alguém de fora da mídia e, como ela morava e estudava do outro lado do mundo, os dois não eram vistos juntos com muita frequência... Mas, nas mãos malignas do editor certo, a diferença de idade entre eles seria um prato cheio para manchar a imagem sempre impecável do vocalista...
                – Com um furo desses, eles vão vender tanta revista que não vai ter dinheiro que possamos oferecer para deixá-los em silêncio. – Yutaka disse, amargurado e eu assenti.
                – Acho que vamos ter de ir lá, quebrar tudo – disse, entredentes e Sereny me olhou, entendendo o que eu queria dizer. Acho que era a primeira vez que ela não levava ao pé da letra uma frase minha daquele jeito. Ou, estava tão desesperada, que me deixaria fazer o que eu quisesse.
                – O quê? – Narita me olhou, ficando branco e depois esverdeado. – Não pode quebrar nada...
                – Eu só estou brincando – revirei os olhos.
                – Acha que pode... – minha namorada segurou meu braço bem firme, ignorando a interrupção do outro. Ela não precisou terminar sua frase para que eu entendesse.
                – Eu te ouvi. É o melhor plano que teremos, eu acho – encolhi os ombros, resistente. – Eu vou entender, se não quiser arriscar... A situação pode ficar pior...
                – Não – ela negou veemente com a cabeça, com um brilho perigoso no olhar que há muito tempo ela não usava... Um brilho gelado... – Faça isso!
                Quando conheci Sereny, ela era uma sombra opaca do que é hoje, comigo... Silenciosa, reclusa e ferida, com tantas cicatrizes fazendo seu espírito arder que era difícil alguém se aproximar dela... Seu sorriso era triste, mas nada era tão marcante quanto aquele olhar... Mesmo devastada, seu olhar era firme e irredutível, uma muralha que impedia os outros de enxergá-la...
                Mesmo que tenha tentado me afastar no começo, foi irresistível continuar para mim... Eu me sentia atraído por seus mistérios, pela habilidade de ela se esquivar e, quando percebi, estava completamente apaixonado por aquela Rainha de Gelo...
                Ainda existia nela as mesmas defesas que ela custava a desarmar, grandes espinhos de gelo, estalactites e estalagmites ao longo do caminho até seu coração, mas nosso tempo juntos tinha curado muitas das cicatrizes de guerra que ela trazia...
                Era a primeira vez em meses desde que ela aceitou ser minha namorada que eu era trazido de novo à presença da Rainha...
                Claro que ela se armaria toda de novo contra a Examiner Magazine! Era a irmã dela que eles estavam ameaçando... Nosso plano era maluco, mas podia dar certo.
                – Acha que podemos falar com eles ainda hoje, Narita-san? – eu perguntei e todos pareceram surpresos, exceto Sereny. Eu fiquei feliz por ela estar assim tão determinada, porque eu não teria forças para nos jogar assim de boa vontade no fogo sozinho.
                – O que pretende fazer? – Yutaka perguntou e até ele parecia apreensivo.
                – Se não aceitam dinheiro, temos de barganhar com outra coisa – eu expliquei, pacientemente.
                – Mas não temos nada a oferecer em troca de uma bomba dessas... – Narita disse, entrando em desespero. – Não há nada que possamos fazer.
                 A mão de Sereny apertou a minha com mais força.
                – Nós não podemos nos entregar – eu disse, deixando aquela firmeza tomar conta de mim. Eu sabia exatamente quem eu precisava ser naquele momento. – Yuk, acho que, como líder da banda, é melhor você vir também...
                – Você tem um plano? – o baterista arregaçou as mangas de sua camisa e colocou seu olhar mais centrado e ameaçador dos dias de fechamento de álbum. Era bom que ele confiasse tanto em mim também.
                Apertei a mão de Sereny.
                – Tenho. Tenho sim.
                Descemos com Narita até o estacionamento e Mariana e Sereny concordaram relutantes em não ficarem nos esperando na gravadora. Entramos no carro, mas nenhum dos dois me perguntou o que eu pretendia e foi melhor assim, tive tempo de elaborar minha estratégia.
                Não me surpreendeu que ainda tinha gente trabalhando àquela hora. Fomos conduzidos à sala de espera e a eletricidade do momento estava fazendo meu corpo vibrar. Pensei que ficaria nervoso, mas estava sob controle, calmo e paciente, pronto pra briga.
                – Desculpe a demora – fomos surpreendidos pela entrada repentina do presidente e do editor-chefe da revista. – É que estamos muito ocupados. Hoje é dia de fechamento, sabem?
                Ele parecia intensamente bem humorado, o que me deixou ainda mais feroz.
                – Sentimos muito por incomodá-los – Yutaka disse, cumprindo com seu protocolo de líder da banda. – Sabemos que estamos sendo inconvenientes.
                O presidente gesticulou para o moreno, comprando sua cordialidade, mas o editor-chefe estava com seus olhos fixos em mim, com um sorriso sarcástico e arrogante. Aguentei seu olhar até que ele desviou para acender um cigarro, sem se esquecer da piada da qual gargalhava internamente. Era com ele que eu ia jogar.
                – E qual é o motivo da visita de hoje? – o presidente se fez de desentendido e Yutaka e eu nos entreolhamos.
                – Não se façam de desentendidos – Narita se descabelou e eu senti vontade de amordaçá-lo... Aquilo não ia ajudar em nada. – Vamos ter muitos problemas se publicarem aquelas fotos! Acabaram de anunciar o novo álbum e a turnê mundial...
                – É por isso que fizemos a gentileza de avisar com antecedência – o editor-chefe disse, com falsa benevolência. – Este assunto já está encerrado.
                – Tenho certeza de que podemos encontrar uma forma das duas partes se beneficiarem – eu interrompi, antes que Narita-san dissesse mais alguma coisa impensada.
                O editor-chefe me encarou como se eu fosse um adolescente burro de ginásio, pronto para tomar minha primeira detenção.
                – Acho que você entende muito de música e pouco de vender revista, Kouyou-san – ele ironizou.
                – Eu entendo o que sente, Kouyou – o presidente interrompeu, caindo mais na ingenuidade que eu usara do que o outro. – Mas este é o nosso trabalho, você nos entende?
                – Então, o que podemos fazer? – Yutaka mordeu a risada que quase escapou de seus lábios e eu agradeci mentalmente. Não seria convincente se ele gargalhasse agora da minha cara. – Desculpem... É que não estou acostumado com esse tipo de negócio...
                – Choramingar não adianta – zombou o presidente da Examiner.
                – Não aceitaram dinheiro – Narita retrucou.
                – Não mesmo! – o editor-chefe disse, insultado. – O que pensa que somos? – ele queria o furo, não dinheiro, como eu suspeitava.
                – A propósito, de quanto dinheiro estamos falando? – o presidente perguntou e eu tive que me forçar para não revirar os olhos e manter minha máscara. Era duro me fingir de imbecil quando tinha um cara daqueles na sala.
                – Espere! – o outro disse, com firmeza, tomando as rédeas da situação. – Somos todos adultos aqui e está na hora de começarmos a negociar como gente grande...
                – Mas, se não querem o dinheiro, eu não consigo imaginar nada que possamos oferecer em troca... – eu disse, deixando que ele pensasse que tinha domínio sobre mim como tivera com o presidente.
                – Tem certeza? – seu sorriso presunçoso se alargou. – Há rumores de que você anda pegando muita mulher por aí... Don Juan, é?
                – Não passam de boatos! – me apressei a responder, com desespero exagerado na voz.
                – Mas não descobrimos nada de concreto – ele deu risada. – Você é bem escorregadio.
                – Sabe se esconder bem, hein? – o presidente debochou, tentando voltar para a conversa.
                – Que nada – eu dei de ombros, suspirando. – A minha vida é absolutamente normal. Apesar da fama, sou um homem que preza a fidelidade.
                – Então, você tem mesmo uma mulher – o editor-chefe disse com aquela astúcia de um gato que acabou de apanhar um rato com as patas. – E alguém muito importante pra você.
                Yutaka e eu éramos pares idênticos da mesma máscara de surpresa barata. Narita estava verdadeiramente estupefato com o rumo que a conversa seguira. Faltava pouco, bem pouco agora... Eu esperava ser recompensado por minha paciência, sem ter de usar minha própria boca para fazer a proposta que tinha tramado.
                Deixei o silêncio se estender o suficiente para que aquele homem arrogante pudesse saborear sua vitória e se parabenizasse por sua inteligência e perspicácia, seu faro jornalístico que não o tinha abandonado, mesmo depois de anos. Ele tinha dado “xeque” (ou assim pensava) e eu queria envolvê-lo nesse sentimento antes de enforcá-lo com minhas próprias mãos.
                – Kouyou-san – ele quebrou o silêncio, ainda me olhando com superioridade. – Se você contar sua história exclusivamente a nós... Podemos ignorar esta matéria e ninguém nunca disse nada sobre o romance de Takanori-san.
                Ali estava, com todas as letras, minha proposta de negociação. Eles ainda teriam um prato cheio, é claro. Ninguém sabia muito de minha vida, apesar de treze anos de banda, como ele mesmo dissera, Sereny também era mais nova do que eu, apesar de não ser tanto quanto Camila, e tinha vindo para o Japão, nós morávamos e trabalhávamos juntos, ela era assistente pessoal do the GANG e até viajava conosco nas turnês. Éramos muito, muito mais do que eles mereciam, é claro. Mas a questão era proteger Takanori e a irmã dela...
                – Então, como vai ser? – ele disse, jubiloso com seu triunfo. – Você sacrificaria a vida discreta que tem com a mulher que ama pelo bem de seus amigos? – eu senti a tensão da sala àquelas palavras e descaradamente sorri, vitorioso.
                Meu sorriso o pegou de guarda baixa e aquilo foi ainda melhor. Sereny podia ser a Rainha de Gelo, mas tinha me transformado no Rei do Terror.
                – Muito obrigado – eu disse, satisfeito, deixando cair minha máscara. – Negócio fechado.
                Deixei o alívio me inundar quando finalmente saímos de lá. Yutaka gargalhava gostosamente de minha armadilha. Narita ainda ria de nervoso mesmo depois de estarmos a quilômetros de distância da Examiner.
                – Você foi mesmo brilhante, Kouyou! – o baterista me elogiou. – Não sei como foi que você fez aquilo! Foi genial!
                – Não vai ter problema, Kouyou-san? – Narita perguntou, pensativo. – Para você e Sereny-chan?
                – Rá! A ideia foi dela! Vamos ter de nos virar! – mas Yutaka também pareceu preocupado. Eles não conheciam minha Rainha de Gelo tão bem quanto eu...
                Eles me deixaram em casa e eu subi correndo, sabendo que minha namorada devia estar acordada, me esperando, ansiosa. Logo que abri a porta, ela entrou no meu campo de visão.
                – Deu tudo certo – respondi à pergunta silenciosa dela. Eu estava ficando realmente bom em ouvir seus pensamentos.
                – Yokatta – ela se jogou em meus braços e eu a apertei com força contra meu peito.
                – Querem nós dois na fogueira para a próxima semana – eu disse e ela assentiu, aliviada, como se fosse uma boa notícia. – Não pude negar uma foto nossa para ilustrar a matéria e a entrevista, mas só eu vou falar com eles...
                – Eu já esperava por isso – sua expressão estava leve, quase contente. – Não tem problema!
                – Eu me esqueci com quem eu estava falando, não é, Cassandra-sama? Tinha visto nós dois queimando e nem me avisou? – eu brinquei.
                – Você não ia acreditar mesmo – ela deu de ombros, teatralmente. – Pelo menos, queimávamos juntos! É o que importa!
                – E pra salvar o the GANG – eu gargalhei.
                –Também é importante! – ela sorriu, mas tornou a ficar séria logo em seguida. – Vai dizer que eu sou irmã da namorada do Takanori?
                – Vou. Vão entender que tanto nós quanto eles não somos só fogo de palha... Isso pode mantê-los afastados, pelo menos por um tempo...
                – Isso é bom – sua expressão tornou a relaxar. Ficamos um momento em silêncio.
                – Quando foi que nos tornamos tão calculistas? – eu ri, divertido, puxando-a para nosso quarto, exausto. Será que podia ter o dia de folga por ter me sacrificado pela banda?
                – Acho que contaminei você – ela brincou, se jogando em nossa cama.
                – E me transformou no Grande Rei do Terror – disse, me lembrando desse pensamento e ela assentiu, sorridente. – Tinha visto isso também, não tinha, sua bruxinha? Tudo acaba sempre como a Rainha de Gelo enxergou, não é? – Sereny assentiu, com um ar que às vezes me fazia mesmo duvidar se ela não era capaz de ver o futuro.
                – Até o fim.

                


250 day music challenge - 188

188 - An original demo recording of a song you enjoy:

Claustrophobia - L'arc~en~ciel

http://www.youtube.com/watch?v=NwWkSSqj6ds

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

An Ancient Dream


On February 27, 2008 I had this dream:

I walked hurriedly to first class... Many people passed by me smiling... I was going to win an engagement ring...
From behind a wall, the most beautiful man I had ever seen in my life came up with hir beautiful smile illuminating everything... He was tall, had long hair and a sweet and attractive smile... In his hands bore the box that seemed to me the mentioned ring...
We were alone... Everybody gone...
I was there with the unknown young man and his admirable proposal...
He approached me with a smile and took my hand, I knew what he was about to do and when he knelt, I came to the conclusion that I would not know how to answer that, however important he was to me in that life, he was a complete stranger at the time and I do not really know which would be my answer...
Then I woke up...
Today, six years later, you're no longer a stranger to me!

Sereny Kyle

250 day music challenge - 187

187 - A bad success of a good band:

Change - Monkey Majik

http://www.youtube.com/watch?v=EXtDKguaRIw

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Do you wanna build a Snowman?


"Do you wanna build a Snowman?", do filme Frozen, é a música de amor mais bonita que a Disney já fez, porque, se de um lado nós temos a irmã mais velha, Elsa, que preferiu se isolar do mundo a correr o risco de machucar sua irmã de novo, do outro nós temos Anna, que, mesmo sem saber dos motivos da irmã para se afastar, nunca desistiu de se reaproximar.

Elsa tem, por algum motivo que o filme não explica (e não é tão importante mesmo explicar...), poderes mágicos congelantes que ela não consegue dominar. Uma metáfora linda sobre o gênio de um pré-adolescente descontrolado que não percebe quando está magoando alguém. Anna é sua melhor amiga, sua irmãzinha e a pessoa mais importante pra ela e, por isso, está constantemente em perigo porque é fascinada pelo talento da irmã.

As duas crescem privadas dessa amizade, mas as lembranças da mais nova são apagadas, o que não apenas faz com que Elsa carregue o fardo todo sozinha, como também faz com que Anna pense que sua irmã não a quer mais por perto.

Apesar de suas lembranças sobre os poderes de sua irmã terem sido apagadas, ela ainda se lembra do boneco de neve e é sempre com ele que tenta se reaproximar e se reconectar com a mais velha.

Através da porta, ela pergunta o que aconteceu, se ela fez alguma coisa errada, se elas não podem resolver isso juntas, mas Elsa, temendo se trair pela saudade,a  deixa sempre sem resposta.

O tempo vai passando e as duas irmãs vão ambas crescendo sozinhas e demora anos até que Anna pare de tentar falar com sua irmã, mas ainda assim, sem desistir dela...

Na parte final, vemos seus pais, o rei e a rainha de Arendelle, morrerem num naufrágio, deixando as duas filhas e o reino órfãos. Mais uma vez, Elsa precisa carregar o fardo sozinha: assumir o trono de seu pai e, assim como seu poder, que continua aumentando, sem controle, ela não sabe como fará isso.

Anna novamente se aproxima da porta do quarto da irmã e lhe oferece seu apoio, sem lhe cobrar explicações nem nada, porque agora são só as duas e precisam ficar juntas, mas ela entende que ficaram muito tempo longe e pode já não ser tão fácil conviver como no começo da história. Por isso, sua última tentativa de se reconectar com Elsa é usar a última lembrança que as duas têm juntas: o boneco de neve. Mesmo que seja uma tentativa infantil, ela expressa toda a saudade de Anna... É ela dizendo que ainda não desistiu... Porque isso é ser irmão: não desistir nunca e amar verdadeiramente é lutar até o fim.

Por isso, Frozen ficou tão bonito!

Sereny Kyle

250 day music challenge 186

186 - A song from a SUPER Group:

Any S.K.I.N's

http://www.youtube.com/watch?v=_da4Gs8LrKw&list=PLA9FA4AC9E56083F9

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

This French Film Showing Men What Being A Woman Feels Like Kinda Nails It (NSFW)

Flipping the genders really brings to light some of the awful things that happen to women in the male-dominated society. This short film "Oppressed Majority" is directed by Eléonore Pourriat. (Thanks, Audrey!)

http://9gag.tv/v/3312?ref=fbl9

250 day music challenge - 185

185 - A song with a exciting beats:

Agony - the GazettE

http://www.youtube.com/watch?v=kAOGGJcaprw

domingo, 23 de fevereiro de 2014

I Dreamed A Dream


I needed a photo to cover for our birthday this week... It will make six years since that strange dream... That crazy dream... 

Of course I had a picture already... I always like to be prepare and no one can understand it better than you... One of my favorite, you are being more yourself than Uruha... But is an old photo... 

Yesterday, I asked you for a new photo... Yesterday. When the world was over, when the Storm raged in my soul again... I've done it rains often, is not it? Sorry about that... And once again, under the rain, you found me... And granted my claim! 

thank you <3

Sereny Kyle

250 day music challenge - 184

184 - A song to heal sour grapes:

Everything - Lifehouse

http://www.youtube.com/watch?v=XU0E-bEtR1s

sábado, 22 de fevereiro de 2014

250 day music challenge - 183

183 - A song with subliminal messages:

Silly God Disco - the GazettE

http://www.youtube.com/watch?v=dBNB6As19Xw

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

250 day music challenge - 181

181 - A song that has been poorly recorded:

Tsukiakari no Michishirube - Stereopony

http://www.youtube.com/watch?v=NZDCPYpRUiA

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

250 day music challenge - 178

178 - A present song that quote an old event:

1979 - Good Charlotte

http://www.youtube.com/watch?v=pMLu1-HmkNw

domingo, 16 de fevereiro de 2014

sábado, 15 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Five months without you...

Five months since the most perfect day of my life...

And yes, it was perfect! I could be at the bottom of that awful place where the concert was, I can be short, I can not see well, I need to change my glasses, I could have cried enough to see nothing, I may have died of envy who got VIP, I may have bled inside for not having to buy too... But I'm not going to decrease that day because these petty reasons...

It was perfect because they were there! It was perfect because I was there!

It was perfect and it was... Like a dream that ends in the morning... But it was a good dream, like I always dreamed! And it was enough to make me even more desire to another and another and another...

No matter the distance now... All that matters is that I go to them, whatever the cost! Not that I need to walk to the other side of the world!

250 day music challenge - 175

175 - A song with a numeral in the name:

20+ Century Boys - Acid Black Cherry

http://www.youtube.com/watch?v=C_ejpsS1vUY

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

domingo, 9 de fevereiro de 2014

sábado, 8 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

250 day music challenge - 167

167 - A song with the letter S:

Swallowtail in the Death Valley - the GazettE

http://www.youtube.com/watch?v=0_S5Xk4AZ0Y

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

About "More than Me"

When I had the idea of ​​" More than Me " for the first time, the image that came into my head was Vitor opening the door when Kaue is back. Every new idea I have is never the first image from the book, usually it'sone of the middle of the story.

I always wanted to write a story like this, because it's a really good idea. It's a story that the character leaves behind a part of the life and then it comes back to find him, but don't have to be a bad thing. Many movies have told this story... So it is not a "new" idea. What's new and mine in "More than Me" is Vitor.

The book might well be called "Vitor Yune" because everything is about him, everything come from his image, the great feeling that comes from him... When I imagined him opening the door, it was like he was really opening that story for me...

There are several interesting characters in the book, but who enchants everyone is mostly him, as he was the core, as if he were the Sun!

"More than Me" is about that kind of love, that good love, the most pure kind of love that should exist in the world, the love that is infinite, bigger than we all... It's about the love that was born from the love of Sumiko and Kaue... The love that doesn't depend on the love between the two of them... The love they feel for Vitor!
Sereny Kyle

Sobre Mais que a Mim

Quando eu tive a ideia de "Mais que a Mim" pela primeira vez, a imagem que veio na minha cabeça foi do Vitor abrindo a porta quando Kaue volta. Toda ideia nova que eu tenho nunca é a primeira imagem do livro, costuma ser do meio da história.

Eu sempre tive vontade de escrever uma história assim, porque é uma ideia realmente boa. É contar uma história em que você deixa uma parte da sua vida para trás e depois ela volta a te encontrar, mas não precisa ser uma coisa ruim. Muitos filmes já contaram essa história... Por isso, não é uma ideia "nova". O que há de novo e meu em "Mais que a Mim" é o Vitor.

O livro podia muito bem se chamar "Vitor Yune" porque tudo é ele, tudo brotou da imagem dele, do sentimento infinito que nasce com ele... Quando eu o imaginei abrindo a porta, foi como se ele estivesse realmente abrindo aquela história pra mim...

Há vários personagens interessantes no livro, mas quem conquista a todos é principalmente ele, como ele fosse o núcleo, como se ele fosse o Sol!

"Mais que a Mim" é sobre esse tipo de amor, aquele amor bom, que existe e você nunca questiona, o tipo de amor mais puro que deve existir no mundo, o amor que é infinito, que é imenso, que é maior do que todos nós... É sobre o amor que nasceu do amor de Sumiko e Kaue... O amor que não depende do amor entre eles dois... O amor que cada um deles sente pelo Vitor!

Sereny Kyle

250 day music challenge - 166

166 - A song with the letter R:

Required Malfunction - the GazettE

http://www.youtube.com/watch?v=J5kYq3Whftg

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

250 day music challenge - 164

164 - A song with the letter P:

Pledge - the GazettE

http://www.youtube.com/watch?v=p5GxXYR78mE

Shipping Wars

J. K. Rowling is my inspiration, my hero, my favorite writer, a true icon for me! She fed my dreams and my aspirations of being a writer, she made ​​me artist! There's nothing that can decrease my respect for the person who gave life to the magical world where I grew up!

But I don't think create Harry Potter has made her royal and unfailing, I don't think let she free of make mistakes as we all do and I become less human to the point of being so far from not allowing me to criticize her...

No disrespect! I think nobody has the right to disrespect another person, even someone you admire! But disagree, yes! I don't think anyone here is wrong to argue and defend your point of view, even being against J.K. Rowling.

I think she is wrong? I do. I didn't expect she would be perfect. Do you?

Sereny Kyle

BOOKS

Rules: In a text post, list 10 books that have stayed with you some way. Don’t take but a few minutes, and don’t think too hard—they don’t have to be the right or great works, just the ones the have touched you.

1 - A Droga da Obediência - Pedro Bandeira
2 - A Marca de uma Lágrima - Pedro Bandeira
3 - Descanse em Paz, meu amor - Pedro Bandeira
4 - Harry Potter - J. K. Rowling
5 - Dom Casmurro - Machado de Assis
6 - O Retrato de Dorian Gray - Oscar Wilde
7 - As Crônicas do Gelo e Fogo - George R.R. Martin
8 - Percy Jackson - Rick Riordan 

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Ron and Hermione

Seven years ago, J. K. Rowling released "Harry Potter and the Deathly Hallows," three the eighth film in the saga came out of the theaters and the Pottermore site went live. Do not have a day that you go online and not find messages from fans swearing never let the series end in their hearts ... At least ten people saying "Harry Potter will only have an end when the last fan die," that "J. K. Rowling has made each one of us a Horcrux"...

Why, after all this, she needed to talk such a thing in an interview? Looks like she's wanting attention (as if she needed it ...)!

She didn't have to say "hey, what do you guys think of a new book?" No. It was enough to say "hey, why don't you send me questions on twitter about Harry?" as Rick Riordan does! We would all be happy again, as if we had our best friends in the dormitories at Hogwarts!

Harry Potter is and always will be much more than a series of books and J. K. Rowling is more than a writer for all of us, Harry Potter has created a new generation of readers, she is our inspiration and, as such, she could continue measuring what she says as she had been doing so well lately, instead of saying that regretted one thing that was important, not for a hundred, a thousand or ten thousand children and teenagers, but for an entire generation, which is now questioning what to believe, just because she thought she should say that she regretted leaving Hermione with Ron and not Harry!

Either you die a sucess or you live long enough to spit on the hand that feeds you...
Sereny Kyle




250 day music challenge - 163

163 - A song with the letter O:

Omega - the GazettE

http://www.youtube.com/watch?v=Ueb7v8ZPKxw

The BEST

I find this AMAZING song on TUMBLR today, about J. K. Rowling and all Ron x Hermione x Harry thing. Credits for th BRILLIANT musician! I'm you BIG fan now! CONGRATULATIONS!

link>
http://sereny-kyle.tumblr.com/post/75365865062/ingeniousnonsense-on-feb-1-2014-jk-rowling

Lyrics:

Are you kiddin JK?
Saying who you think would end up best
I'm calling mayday
My wands casting SOS
What's next? Draco/Ginny?
You're sailing straight for choppy seas
This is craziers than Trelawney
Don't sink my OTP
All these years its lasted
You're rewriting the past and
I hate The Shipping Wars
Cos they are never over
The Canons on fire
You better run for cover
"Always" The Shipping Wars
We know who they'll end up with
Go on, abandon it
But I wll go down with this ship
Its written in the pages and star(s) board
Its simply right, I don't want to fight
You still need more
The hero gets the girl
Isn't taht trite?
So its Luke and Leia
Sam and Dean
Mal and Zoë
It just feels way off
Finnick and Katniss
Should not be
Its like an iceberg hit our hull
The thought has anchored us so long
I'd always thought our hearts were full
Our sails are torn, could we have been wrong?





Does J. K. Rowling regretted making Ron and Hermione a couple?

Even if it is real news, it makes no sens to say such a thing, not only because it was a long time the series ended, but mainly because Ron and Hermione put as a couple was not something she only decided in the last book! From the beginning, she always made ir very clear that the two had a feeling for each other, which grew from the fourth book! The shippers Harry x Hermione forgive me! I know you still dream! But what I like most about our girl is that she never feel for the "Chosen One", the 'Boy Who Liveed", she liked Ron in the beginning and ir never changed! She never give up! Because this is our Hermione! She knows what she wants!

sábado, 1 de fevereiro de 2014

250 day music challenge - 162

162 - A song with the letter N:

Namaatatakai Ame to Zarasuita Jonetsu - the GazettE

http://www.youtube.com/watch?v=f5L68jY_tlo